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Toni Garrido relata agressões e briga pelo direito do uso da marca Cidade Negra

Ex-integrantes da banda têm histórico de brigas ao longo dos anos e agora, encaram uma batalha judicial pelo direito do uso da marca Cidade Negra.

A maior banda de reggae do Brasil chegou ao fim após mais de três décadas de sucesso, mas os fundadores do Cidade Negra querem continuar. O que colocou o grupo em situação de pé de guerra com Toni Garrido, que registrou a marca “Cidade Negra” em seu nome, sendo o atual dono da marca. Em entrevista, Lazão, Da Ghama e Ras Bernardo (membros fundadores) falam pela primeira vez sobre o processo contra o ex-companheiro de banda e revelam detalhes dos planos futuros do grupo.


O grupo Cidade Negra está dividido. O clima de tensão e até de violência, não é novidade entre eles, mas só agora toda essa situação veio à tona, por meio do vocalista Toni Garrido.


Agora, o grupo, que teve seu auge entre os anos 90 e 2000, é formado apenas por dois integrantes. "Em 2014, 2015, começaram uma série de violências, o Lazão começou a ficar violento, dentro do próprio grupo, com a gente. Então, um dia ele me deu um soco no olho que rasgou meu olho e saiu sangue", relatou Toni.


Depois, ele agrediu o outro companheiro. "Um dia ele deu um soco na cara do Bino. Ele foi fazendo milhões de coisas. A banda, equipe técnica acompanhando aquilo tudo... e me perguntando 'Toni, você não vai fazer nada? Ele não pode fazer isso, ele tá louco, ele tá pirado'."


Toni conta que Lazão também vendeu equipamentos da banda sem autorização. Segundo Toni, no começo da pandemia, eles ensaiavam na casa de Lazão e os instrumentos ficavam guardados lá. Um dia, um engenheiro de palco foi até a casa dele pegar os equipamentos e foi impedido de entrar.


Depois, Toni foi até o local e não encontrou mais nada. "Quando chegou um mês depois, ele falou: 'Entra aí'. E não tinha nenhum instrumento. Ele perguntou: 'Cadê os instrumentos, cara?' A primeira desculpa foi que 'sei lá, entra muita gente aqui'. 'Insiste com ele, a gente precisa saber onde estão os instrumentos'. Uns dias depois: 'o caseiro aqui da casa do lado, acho que esse cara roubou, levou, mas nem trabalha mais aqui'. Aí um dia, falando [pelo celular], eu tenho a gravação... e ele fala exatamente o seguinte: 'os instrumentos do Toni? aquelas guitarras? Tudo podre, tudo estragado, aquelas merdas todas? Quer saber? Vendi, vendi tudo mesmo.' Eu tenho essa gravação e tem seis meses que isso aconteceu. Ele vendeu as minhas guitarras, meus equipamentos todos durante a pandemia."


Briga pela marca Cidade Negra Além de toda essa situação, a banda ainda passa por uma briga pelo direito de usar o nome Cidade Negra. No INPI - Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, Toni Garrido aparece como o único dono da marca, mas ele diz que pretende alterar a propriedade da marca para dividi-la com Bino.


O baixista Bino diz que inventou o nome da banda e Toni registrou Cidade Negra em seu nome, após decisão tomada em uma reunião na qual Lazão e Bino estavam. Em fevereiro de 2019, foi feito um pedido ao INPI para registrar a marca Cidade Negra em nome do guitarrista Da Ghama (Paulo Roberto da Rocha Gama). O pedido foi indeferido em janeiro de 2020 pelo INPI, pois a marca já estava registrada.


Ex-integrantes do Cidade Negra, o baterista Lazão, o guitarrista Da Ghama e o vocalista Ras Bernardo seguem na ativa com outro projeto, chamado Originais Cidade. Ras foi vocalista do Cidade Negra entre 1986 e 1994. Da Ghama tocou guitarra no grupo entre 1986 e 2008. Lazão ficou na banda de 1986 até 2022.


Essa disputa não para por aqui, mas uma coisa é certa, marca sem registro é marca sem dono e para o INPI, o proprietário da marca é quem a registrou, cumprindo com todos os parâmetros da propriedade intelectual, garantindo exclusividade e direito de uso da marca.


Confira a reportagem exibida pela revista eletrônica Domingo Espetacular da Rede Record de televisão neste domingo (17):

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